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Os sabores de Salvador: uma viagem pela tradição baiana

O aroma do dendê, a casquinha do acarajé recém-frito e o caldo de uma moqueca convidam a conhecer Salvador pelo paladar. Na capital da Bahia, a gastronomia está nos tabuleiros das baianas, nas cozinhas dos restaurantes e nas receitas que passam de uma geração para outra. É uma viagem por sabores que carregam histórias, revelam costumes e aproximam as pessoas.

Para quem aprecia comida com identidade, Salvador oferece muitas descobertas. O passeio pode começar com um quitute preparado na hora, seguir por uma refeição caprichada e terminar com a vontade de levar um pouco daquela experiência para casa. É nesse encontro entre tradição, sabor e convivência que a Seleta encontra inspiração.

Uma das primeiras paradas dessa viagem é o acarajé. Preparado com massa de feijão-fradinho e frito no azeite de dendê, ele conquista pela superfície crocante e pelo interior macio. Nos tabuleiros, pode receber acompanhamentos como vatapá, caruru e camarão seco, além da pimenta para quem gosta de um toque mais intenso.

Por trás desse sabor está o trabalho das baianas, que preservam conhecimentos de matriz africana e mantêm uma forte ligação com a ancestralidade e a religiosidade. O Ofício das Baianas de Acarajé foi reconhecido pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil em 2005. Esse reconhecimento abrange os modos de preparo, a indumentária, a comercialização em tabuleiro e os significados culturais dessa prática. Valorizar o acarajé também é reconhecer as mulheres que mantêm essa tradição viva.

No mesmo passeio, vale conhecer o abará. Também preparado com feijão-fradinho, ele leva dendê na massa, é envolvido em folha de bananeira e cozido no vapor. Sua textura macia oferece outra experiência à mesa e mostra como ingredientes semelhantes podem ganhar características próprias pelas mãos de quem cozinha.

Quando chega a hora de uma refeição para compartilhar, a moqueca baiana merece espaço. Peixes ou frutos do mar encontram o leite de coco, o azeite de dendê e os temperos em um preparo de aroma marcante. O molho convida a uma garfada com arroz e a uma pausa para apreciar a combinação de sabores.

O vatapá e o caruru também ajudam a compor esse repertório. A cremosidade do vatapá e a textura do quiabo no caruru acrescentam novas sensações ao prato. São preparações que fazem parte de refeições, tabuleiros e celebrações, mostrando a relação da culinária baiana com a vida cotidiana e com as tradições locais.

Entre uma descoberta e outra, Salvador oferece cenários que completam a experiência. As ladeiras do Pelourinho guardam parte da história da primeira capital do Brasil, enquanto os bares e restaurantes do Rio Vermelho convidam a continuar o passeio à mesa. Conhecer a cidade também é ouvir quem prepara a comida e descobrir os costumes por trás de cada receita.

Esse cuidado com a origem e com os modos de fazer aproxima a culinária baiana do universo da Seleta. Produzida em Salinas, no norte de Minas Gerais, nossa cachaça leva para esse encontro a tradição mineira de alambique. É uma oportunidade de reunir diferentes expressões da cultura brasileira em uma mesma mesa.

Para experimentar essa aproximação em casa, nossa sugestão é servir uma moqueca baiana com uma caipirinha preparada com Seleta Prata, limão, açúcar e gelo. A proposta é explorar o contraste entre o cítrico do drink e os sabores do prato, ajustando o dulçor da bebida ao seu paladar.

Viajar pelos sabores de Salvador é conhecer receitas e também as pessoas que dão continuidade a elas. Do tabuleiro à mesa compartilhada, fica o convite da Seleta: descubra novos temperos, valorize as tradições brasileiras e brinde aos bons encontros.

Acarajé, abará ou moqueca: qual sabor de Salvador você escolheria para começar essa viagem? Conte para a gente nos comentários!

Aprecie com moderação.

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